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Carlos Pinheiro
 
17.02
Até quando?

O governador ladrão, Sérgio Cabral, do Rio de Janeiro, conseguiu destruir o estado roubando em todas as transações com fornecedores, roubou até pano de ferida estendido em varal de pobre. Merece prisão perpétua por deixar o Estado em caos social.

Por outro lado, um ex-assessor do governador roubou mais de cem milhões de reais da saúde pública, mas foi libertado pelo juiz Gilmar Mendes por não oferecer perigo à sociedade. Claro que ele não oferece perigo algum à população. Com o dinheiro da corrupção, o criminoso matou dezenas de pessoas que não foram atendidas nos hospitais por falta de recursos que o bandido roubou e o juiz soltou. Bichinho, não oferece perigo algum.

No Rio de Janeiro, o crime organizado no tráfico de drogas e armas já manda há muito tempo. E burrice estratégica é colocar o Exército para subir e descer as favelas em redundantes fracassos e a culpa é daqueles que escalam força militar de guerra para enfrentar bandidos.

Todos sabemos que o Exercito é treinado para matar, para destruir o inimigo e na Rocinha moram homens, mulheres e crianças brasileiros que não são inimigos, então, o Exército nada pode fazer e deixa a impressão de força fracassada, que não é. Talvez, convocar mil policiais de cada estado brasileiro para invadir as favelas do Rio de Janeiro, vasculhar casa por casa, fosse a solução.

O prefeito do Rio de Janeiro foi para Europa para não assistir ao pecaminoso Carnaval. Pecado é a omissão em nada fazer para livrar o povo carioca e os turistas de arrastões diários que ocorreram neste Carnaval sem registro de câmeras para aprisionamento de criminosos. Em Ipanema e no Leblon, os arrastões apavoraram as pessoas e ninguém foi preso e, também, aqueles que foram, serão soltos depois de prestar depoimentos.

Está faltando sincronia entre justiça e a polícia. A polícia prende, a justiça solta e o bandido zomba da cara do policial que o prendeu. Dizem que a justiça liberta por falta de presídios. Ora, isso é problema dos governadores. Prendam, deixem detidos e se morrerem sufocados o problema não é do juiz nem do policial. O governador que transfira ao campo para produção de barragens, construção de estradas rurais os criminosos que não tem lugar nos presídios.

Nesta guerra civil só morre de um lado. Por dia os bandidos estão matando um policial no Rio de Janeiro e, por dia, uma pessoa morre por bala perdida que só encontra inocente.

Até quando? Vê se pode?

 
 
 
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